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Este artigo procura revelar a ordem dialógica que existe entre as teorias da criação do conhecimento nas organizações e as teorias institucionais. Para tanto, lança mão de uma revisão da literatura pertinente ao tema, que toma como partida a influência que tanto a Psicologia, a partir das considerações de ordem cognitiva, como a Sociologia, preocupada com as estruturas de legitimação social, têm exercido sobre ambas. Nesse sentido, compreende-se o profissional como um agente, imerso em um determinado contexto social, que precisa mobilizar os repertórios ali disponíveis a fim de criar conhecimentos que sejam interpretados como significativos tanto para a organização como para si. Para ilustrar tal abordagem, este artigo optou por um estudo de caso que tece uma leitura interpretativa da concepção à institucionalização de um berçário setorial.
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